Estima-se que cerca de 40% dos cães sofram de alergia todos os dias. Parece muito? Mas é isso mesmo. Em nossos pets, as alergias podem ser respiratórias, como comumente acontece conosco, mas são mais comuns na pele. O detalhe é que nossos amigos não conseguem nos avisar do incômodo, mas podem dar sinais através de seus comportamentos.
As alergias podem decorrer de uma mudança no ambiente do cão, de um alimento novo, entre outros. Algumas delas são bastante pequenas e brandas, mas também necessitam de atenção. Vamos falar dos principais focos:
Alergias de contato
Ocorrem quando o animal desenvolve uma sensibilidade ou irritação causada por objetos com que entra em contato. Isso pode incluir o tecido de sua cama ou o metal em sua coleira. Alguma vez, depois de um banho em seu amigo, você notou uma coceira excessiva? Pode ter sido decorrente do shampoo usado. Os efeitos mais comuns de uma alergia de contato são vermelhidão e inchaços ao redor dos lábios, do focinho, ou na barriga.
Alergia a pulgas
As pulgas, por si, já são um incômodo enorme não só para o cão, mas para o proprietário. Mas pior do que ter um cão com pulgas, é ter um cão com uma alergia a pulga . Nesses casos, ele pode causar mais danos a si mesmo do que as pulgas, ao coçarem em demasia. Ao contrário da crença popular, a mordida da pulga não é o que irrita, mas sim a reação que sua saliva provoca na pele do cão. Desse modo, as reações mais comuns são comichão ou morder a parte inferior das costas, logo acima da cauda.
Alergias alimentares
Podem desenvolver-se em qualquer lugar de cães com 5 meses a 12 anos de idade. O animal não nasceu, necessariamente, com uma alergia alimentar, mas pode tê-la desenvolvido a partir de um alimento que tenha comido por um longo perÃodo de tempo. As alergias alimentares correspondem a cerca de 10% de todos os casos de alergia em cães. Elas comumente são confundidas com intolerância a certos tipos de alimento, ou com a simples crença de que o cãozinho é “complicado” para comer.
[Adaptado de The Labrador Brats Dog Blog]